Sobre TV, as dores e delícias de trabalhar no veículo. E claro, assuntos que estão fora do ar!
16 de janeiro de 2012
Ano novo, post novo!
Tá bom, estava offline. Tenho um blog, mil ideias e zero paciência pra logar e lembrar senha! Prometo e aproveito o início de mais um ano para postar e aos poucos desenhar o formato do blog. Uma coisa é certa: descreverei aqui as dores e as delícias de trabalhar em TV. Na semana passada, passei pela prova das dores. Passou, amanhã, vem as delícias! =)
18 de setembro de 2011
Twitter pauta TV e a TV lidera nos tweets
O casamento entre a rede social Twitter e a televisão, veículo de comunicação com 61 anos - completados neste domingo, 18 - está mais do que nunca em lua-de-mel. Em seu momento mais meloso, mesmo. Todos os eventos da TV são comentados, freneticamente, no Twitter. Assim foi com todas as edições do Oscar, ainda neste ano, com o casamento real (príncipe William e Kate), Copa, jogos de futebol - principalmente, da Seleção Brasileira, e os mais recente, muito, mas muito tuítado, a competição de MMA, UFC realizada no Rio de Janeiro. Parecia que 9 a cada 10 tuíteiros acompanhavam o torneio pela TV e escrevia. Tanto que rendeu quase 110 mil tweets.
Porém, esses não são os casos em que há esse fenômeno de "tuítaço". Qualquer programa da TV é pauta no Twitter. Principalmente, os mais jovens como CQC, Pânico, Legendários e os de emissoras abertas e com maior audiência. É um oceano de comentários. De pitacos, de conclusões. Algo que só a cultura de massa pode proporcionar.
O Twitter na TV
Em contrapartida, o Twitter passou a ser fonte da TV. Como? O que alguém relevante para determinado programa tuíta passa a valer como declaração o suficiente para gerar matéria. Sim, matéria. Nem é nota. É matéria com pelo menos 1 minuto, e ainda. Direito à off (locução por cima de imagens), passagem, sonora de alguém e letterings (telas com escritas) com as declarações via Twitter.
Outro fato curioso é como a TV influencia a rede social do passarinho azul no sentido de criar e tuítar hastags (termos acompanhados com o símbolo #), participar e interagir com perguntas, e claro, a partir disso, a famosa sugestão de pauta do internauta. Cá entre nós, pelo Twitter é bem mais fácil enviar qualquer informação e conteúdo por meio de um "tweet" ou reply. É fácil e rápido. Acho que é por esse motivo que há essa troca TV-Twitter e Twitter-TV.
Porém, só fica uma pergunta: os telespectadores tuítam do celular ou tables, ficam com o notebook no colo só para comentar os programas enquanto assistem TV na sala ou no quarto, ao lado do computador, tem um televisor? Conte-me!
23 de janeiro de 2011
Ponto de vista: Novelas, detalhes e o computador
Sempre assisti novelas. Até que eu gosto, apesar da fase das boas novelas já ter passado. Bom, vendo a última semana de Passione - novela das 9h que terminou em 15 de janeiro, fiquei impressionada com a sequência de cenas e detalhes que não devem aparecer em capítulos finais e importantes. Por quê? Primeiro, o telespectador está mais atento do que nunca a tudo. Segundo, certas coisas faz o telespectador perder a credibilidade em toda a produção. Terceiro, é feio mesmo. Televisão envolve muita estética.
Vamos lá. Em uma cena, Totó (Tony Ramos) relembrou de alguns momentos que viveu na Itália. Estava na cara que era montagem. A cena era: ele colocava uma cadeira e ao fundo a Toscana, lugar onde parte passou parte do início da trama. Mas, o fundo não tinha movimento. Deu na cara que era montagem. Ok. No último capítulo, dois fatos chamaram a atenção. 1) Nas cenas em que Sinval (Kayky Brito) participa do campeonato de ciclismo, um erro. Na primeira cena, ele tinha um número x no uniforme (imagem fechada). Durante as cenas da prova (imagem aberta), ele aparecia com um outro número no uniforme. E na última cena, a que ele comemora por ter vencido a competição com a esposa vivida por Bianca Bin, lá está o número x que apareceu na primeira cena. Isso mostra erros de edição, não? Mostra que outra pessoa pedalou e não Kayky Brito, mas a produção da novela não se atentou em colocar os números iguais nos uniformes dos dois atores. 2) A cena em que Gérson (Marcelo Antony) compete prova de automobilismo. Estava claro e óbvio como a computação gráfica da Globo trabalhou nesta cena. Foi impressionante ver o carro correndo como se fosse aqueles de games. Só faltou os bonequinhos como torcida para completar a cena.
Para completar, o primeiro capítulo da nova novela, Insensato Coração, usou e abusou da computação gráfica nas cenas em que o avião da CTA é sequestrado. Na verdade, no voo tinha um bandido que rendeu os pilotos e tomou controle da aeronave. Assim, perdeu o controle e toda hora víamos aquela cena do avião no meio de falsas nuvens, nuvens estáticas e no fim, quando o avião pousou, usaram uma cena qualquer de um pouso. Que a novela não seja cercada de mentirinhas, né?
Pronto, voltei!
Depois de meses - quase um ano sumida, voltei. Recuperei a senha, defini o foco do blog, alterei layout e fiz algumas atualizações. Agora, é hora de escrever, colocar as ideias em prática e rascunhar certas avaliações que faço quando estou diante da tela da televisão. O que vejo, o que penso, o que passa despercebido, o que observo e as análises.
Fique a vontade e compartilhe comigo suas posições e opiniões sobre o assunto.
Ah, não sou especialista no assunto, mas assisto com olhos atentos e descrevo as observações. :)
8 de maio de 2010
Transições no blog
Desde que formei fiquei pensando em mudar o foco do blog. Pensei, pensei,. Vou falar sobre o quê? Daí, decidi manter a proposta inicial de informar sobre diversos assuntos. Agora, quero dar um direcionamento à ele. Quero falar sobre TV. Tudo que envolver telejornalismo, TV (entretenimento), dicas e compartilhar experiências. É isso que eu quero e farei de tudo para manter. Vou falar de tudo aqui, mas a raiz, a base será televisão. Então, fique a vontade para ler a partir de agora, notícias e dicas sobre tudo e TV!
Eis a transição - parte II
Falei no post anterior sobre a transição de estudante para jornalista formado e de estagiário para profissional. Bom, confesso que se consegui esse emprego como produtora de TV é fruto dos meus estágios. Em 2008, no quinto período, comecei um estágio em uma TV local aqui na minha cidade (BH). Lá, fui estagiária de produção por 1 ano e 3 meses. Trabalhei em dois programas e tive as maiores aulas. Encarei com seriedade o estágio e cheguei a assumir a produção de um dos programas sozinha por três vezes. Experiência incrível! Em função do meu esforço, depois que saí de lá, permaneci com os contatos. Até que cheguei ao responsável pela oportunidade dada depois de formada. Segundo o responsável, a postura que tive no estágio foi decisiva para me contratar. Referências disseram que eu tinha uma postura de profissional e não de estagiária. E de fato, encarava com profissionalismo mesmo. Queria aprender sempre, entender tudo, gostava de sair para as externas, fiz muitas matérias só com offs, acompanhava as edições...e por aí vai. Tudo isso ajudou-me a colher bons frutos hoje. Trabalhava em casa, além horário, tudo para sair perfeito. Aliás, o que tenho aprendido na profissão e em TV: tudo deve ser e sair perfeito. E digo: vale a pena ser um estagiário comprometido, interessado, às vezes, deixar de lado a faculdade e dedicar-se mesmo ao estágio. Além do profissionalismo. Entrar no estágio pensando que aquele pode ser futuro emprego. Isso fez-me ser a estagiária que fui. Está aí a dica: faça um bom trabalho e deixe que as pessos veem. Na hora em que precisei, alguém tinha visto e deu a oportunidade.
Eis a transição...
Depois de meses sem escrever, estou de volta. E tomara que seja com muito gás. Afinal, o tempo tem sido cruel comigo. Não tem dado tempo de quase nada. Só trabalhar, comer e dormir, um pouco. Então, vamos lá...
Transição. Essa é a palavra. Tanto para o blog quanto para mim. Estamos no quinto mês do ano e eu nem pude compartilhar o que aconteceu nos quatro anteriores. Formei-me no fim do ano. Monografia defendida, aprovada e o fim das atividades acadêmicas. Entrei o ano com uma única coisa: medo. Medo de tudo. Do ano novo, do que vinha pela frente, de não bater as metas e por aí vai...Mas o medo maior era de ficar sem emprego. Imagina, uma jornalista recém-formada no mercado. Pânico total. Eis que as portas se abriram logo na segunda semana do ano. Uma oportunidade, fruto de um esforço lá trás! Recebi uma proposta qual até hoje estou desfrutando dela. E pretendo desfrutar por muito tempo. Afinal, tem sido uma experiência incrível para mim. Trabalhar em TV é algo que sempre quis pra mim. Sempre gostei de assistir TV, fiz jornalismo por causa do veículo, meu primeiro estágio foi em TV e é nela que quero trabalhar sempre. Ah, meu primeiro emprego na área é em TV. A experiência de ser produtora é incrível! Estou adorando mesmo com toda responsabilidade em cima de você. Mesmo trabalhando até de madrugada ou nem dormir pensando naquele programa que ainda não fechou. Mas eu fiz essa escolha. De ser jornalista! E os caminhos estão me levando para a TV. E trabalhar neste veículo é uma responsabilidade gigantesca. Aos poucos, estou ganhando prática e experiência em todos os sentidos. Pouco depois, foi a colação de grau. Emoção demais! Quatro anos de luta foram comemorados em alto estilo com a família e amigos. Momentos únicos aqueles que vivi naquela quinzena de março.
A transição
Bom, depois de tanto discurso, vamos ao assunto. A transição a que falo é a mudança de estudante/estagiário para jornalista/profissional. No período de estágio, durante a faculdade, tudo é permitido. Até errar. Você pode faltar no trabalho, pode chegar atrasado, pode esquecer de executar alguma tarefa, pode fazer minutos a mais de café, pode ficar além do horário (mesmo que seja fazendo pesquisas), pode errar. Não que seja correto fazer isso, mas é permitido porque você é estagiário. Está ali para aprender, além de aliar prática e teoria. Quando você é profissional, formado, a coisa muda de figura. Na verdade, o profissionalismo começa no banco da faculdade. É desenvolvido e também exercido nos estágios. E colocado efetivamente em prática quando forma-se. Ser estagiária e profissional ao mesmo tempo foi difícil pra mim. No começo do ano, ainda estagiária, já era profissional e assinava produção de um programa. No início é meio louco, mas depois se ajusta. Porém, isso te desgasta de um tanto pela cobrança feita em cima de você. Não é formado, ainda atua como estagiário mas deve agir como profissional. Mas valeu a pena! O que tenho colhido são frutos plantados há dois anos. Ou melhor, ao longo desses 22 anos.
Para não cansar, o post acima é a continuação de transição...
30 de outubro de 2009
Twittando...
Ah, já ia me esquecendo. Há uns dois meses criei um Twitter. Resisti por muito tempo entrar na rede social, mas acabei aderindo. E é super legal! É um espaço super interessante para divulgação e compartilhamento de informações. Quem quiser me seguir (follow) é @flavyapereira ou www.twitter.com/flavyapereira.Curtam o feriado mesmo que seja curto!
Dicas: 30 para escrever bem!
Hoje, recebi um e-mail com dicas, de forma humorada, do professor João Pedro, da Unicamp, para escrever bem. Compartilho com vocês:
01. Deve-se evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
02. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
03. Anule aliterações altamente abusivas.
04. Não esqueça as maiúsculas no início das frases.
05. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
06. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
07. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
08. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então
09. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-Ias-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas, pois, estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-Ia nos seus diversos componentes de forma a torná-Ias compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambiguidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
29. Outra barbaridade que tú deves evitar tchê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, !... nada de mandar esse trem... vixi...entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.
6 de outubro de 2009
O que é preciso para ser jornalista online?
Há poucos dias, o Novo em Folha (blog de treinamento da Folha) postou sobre o assunto, a partir de um fórum no site "Guardian Careers". Como o site é inglês, não há possibilidade da autora do blog (por falta de conhecimento do idioma) colocar todos os pontos levantados. Portanto, colocarei dois publicados no Novo em Folha.
Dicas para ser bom jornalista online:
- Demonstre paixão pelo digital, ou seja, seja ativo no mundo online, use a Internet, tenha um perfil online, entenda comunidades, entusiasme-se com a capacidade de alcançar as pessoas pela rede, descubra as últimas atualizações.
- Conheça recursos de SEO (otimização de sites) e a importância de linkar para outros lugares: dê aos leitores história, mas também um link para vídeo, para um documento online, para uma página do Facebook etc. Notícias vêm em pacotes agora.
- Entenda como o RSS funciona e como isso pode melhorar sua obtenção, produção e distribuição de notícias.
- Relacione-se com as comunidades online de sua área de cobertura.
- Tente experimentar e errar em todos os tipos de mídia.
Para migrar para o jornalismo online:
- Construa sua reputação e seus contatos a partir do que você escreve. Tente mostrar credibilidade.
- Ofereça trabalhos de graça: cartas ao editor, críticas a shows de bandas locais, poesia, qualquer coisa; a exposição de seu trabalho vai agregar à diversidade e às escolhas.
- Tente aprender conhecimentos técnicos, como o básico de HTML. Isso ajudará a se comunicar melhor com os programadores de sua empresa.
Blogando...
Um blog que acompanho desde sempre é o Novo em Folha, do jornal Folha de São Paulo. Dia desses, em um post falando sobre infográficos, publicaram a imagem abaixo no sentido de ser um info sobre uma noite mal dormida. Pra mim, essa imagem é mais uma charge para o momento que estou vivendo. Tenho dormido constantemente em cima do teclado e acordado assim, com a face desenhada, cheia de teclinhas. (rsrsrs!)
23 de setembro de 2009
MondoMúsica: Pearl Jam lança "Backspacer"
Matéria publicada em 18 de setembro de 2009 no site FUNtástico!.
Novo disco é independente
Com quase 20 anos de estrada, o quinteto de Seattle está rindo à toa. Pearl Jam lançaram, oficialmente, no dia 22 de setembro, “Backspacer”, o nono disco com canções inéditas, em CD e vinil (LP).
Além disso, a banda de Eddie Vedder realiza um desejo antigo, o de lançar um álbum independente, sem a ajuda de grandes gravadoras na divulgação. Mas isso é só nos Estados Unidos. Nos outros países, a distribuição fica por conta da gravadora Universal Music.
“Backspacer”, além do formato físico, ganhou uma versão para download no game Rock Band. Segundo informações do site da revista Billboard, a rede de lojas norte-americana Target, está vendendo o disco que traz um código necessário para fazer o download das faixas do álbum para o Rock Band, nos serviços online do Xbox e do PlayStation.
Redação: Flávia Pereira
Edição: Paula Tavares
Foto: Divulgação
MondoMúsica: Nevermind, do Nirvana, completa 18 anos
Matéria publicada em 12 de setembro de 2009 no site FUNtástico!.
O disco também foi sucesso de público. Vendeu mais de 35 milhões de cópias. A revista Rolling Stone elegeu “Nevermind” a melhor capa de disco de todos os tempos. O álbum anida foi eleito o segundo melhor da história do rock, perdendo apenas para “Revolver”, dos The Beatles.
CD, DVD e vinil com inéditas do Nirvana serão lançados em novembro
Uma boa notícia para os eternos fãs do Nirvana. A gravadora Universal lançará no dia 03 de novembro, “Nirvana live at Readind”. Um CD e DVD de um show lendário e inédito da banda realizado no festival britânico de Reading, em 1992.
“Nirvana live at Reading” foi considerado pela revista “Kerrang”, o melhor entre os 100 concertos que emocionaram o mundo. Além do CD e do DVD, será lançado, em versão especial para os fãs, um álbum duplo em vinil (LP), com data prevista para 17 de novembro.
O disco reunirá canções de “Nevermind”, de “Bleach” (1989), primeiro álbum do trio, e faixas até então inéditas, que foram incluídas no “In útero” (1993), o último álbum gravado em estúdio do Nirvana. Agora, é só esperar!
Redação: Flávia Pereira
Edição: Paula Tavares
Foto: Divulgação
Um dos discos mais importantes do rock chega à maioridade
Que o Nirvana foi uma das maiores e mais influentes bandas de rock dos anos 90, todo mundo sabe. Após 15 anos da morte de Kurt Cobain, completados neste ano, o Nirvana ainda é lembrado e considerado autor de uma das obras-primas, não só do “grunge”, mas do rock produzido no século XX. O álbum “Nevermind”, lançado em setembro de 1991, completa 18 anos e mostra que o que veio depois foram inspirações naquele trio que abalou o início dos anos 90.
Famoso pela capa em que um bebê dentro d’água acompanha uma nota em dólar presa ao anzol, “Nevermind”, segundo álbum do Nirvana, abriga os sucessos “Smells Like Teen Spirit”, “Come As You Are”, “On a Plain” e “Lithium”, entre outros, claro. O disco foi sucesso de crítica pela variada sonoridade, pela capa e pelas 12 belas canções, em sua maioria, compostas por Kurt.
O disco também foi sucesso de público. Vendeu mais de 35 milhões de cópias. A revista Rolling Stone elegeu “Nevermind” a melhor capa de disco de todos os tempos. O álbum anida foi eleito o segundo melhor da história do rock, perdendo apenas para “Revolver”, dos The Beatles.
CD, DVD e vinil com inéditas do Nirvana serão lançados em novembro
Uma boa notícia para os eternos fãs do Nirvana. A gravadora Universal lançará no dia 03 de novembro, “Nirvana live at Readind”. Um CD e DVD de um show lendário e inédito da banda realizado no festival britânico de Reading, em 1992.
“Nirvana live at Reading” foi considerado pela revista “Kerrang”, o melhor entre os 100 concertos que emocionaram o mundo. Além do CD e do DVD, será lançado, em versão especial para os fãs, um álbum duplo em vinil (LP), com data prevista para 17 de novembro.
O disco reunirá canções de “Nevermind”, de “Bleach” (1989), primeiro álbum do trio, e faixas até então inéditas, que foram incluídas no “In útero” (1993), o último álbum gravado em estúdio do Nirvana. Agora, é só esperar!
Redação: Flávia Pereira
Edição: Paula Tavares
Foto: Divulgação
18 de setembro de 2009
MondoMúsica: Fim do Oasis?
Noel Gallagher anuncia saída da banda após brigas com o irmão
O início dos anos 90 foi da era “Grunge”. Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains foram bandas que representaram o movimento. Apesar de o destaque ser todo para Nirvana, claro, depois de “Nevermind” e para Pearl Jam, com o primeiro álbum “Ten”, lançado um mês antes da obra-prima da turma de Kurt Cobain. Eis que em 1994, mesmo ano em que Kurt partiu desse para outro mundo, surge uma banda britânica meio punk, meio pop, meio psicodélica chamada Oasis, formada pelos irmãos Noel e Liam Gallagher.
O primeiro álbum, “Definitely Maybe” (1994), não é recheado de grandes hits, mas é o terceiro álbum de estreia que mais rapidamente vendeu na história do Reino Unido. O melhor de Oasis viria um ano depois com “(What’s the Story) Morning Glory?”, álbum com os grandes sucessos da banda “Wonderwall”, “Dont’ Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”. Além de ser o terceiro disco mais vendido da história da Inglaterra. A banda saboreou o sucesso com milhões de discos vendidos, músicas ocupando os topos da parada, mas não emplacou com o terceiro álbum “Be Here Now” (1997).
Mas não foram apenas o sucesso e o talento que marcaram a carreira da banda. As confusões dos irmãos Gallagher têm lugar de destaque na biografia do Oasis. Envolvimento com drogas, provocações ao público, constante disposição para brigas e língua afiada são características que os tornam conhecidos e polêmicos. Mas o verdadeiro desgaste é interno. Liam e Noel não se falam há um bom tempo e sempre trocam farpas na mídia. O contato dos irmãos era apenas em cima dos palcos.
No dia 28 de agosto, minutos antes de realizarem um show em Paris, na França, a banda cancelou a apresentação. Noel Gallagher, o então guitarrista, divulgou um comunicado no site oficial do Oasis onde dizia estar deixando o grupo. Disse também que era com tristeza e grande alívio que estava saindo. O site da banda confirmou que houve uma grande briga nos bastidores e que Liam quebrou a guitarra do irmão. Resta aos fãs aguardar e ver se a decisão de Noel é séria ou apenas uma sacada inteligente para colocar o grupo nas manchetes mais uma vez
Edição: Paula Tavares
Foto: Divulgação
MondoMúsica: The Beatles - Rock Band
Matéria publicada em 02 de setembro de 2009 no site FUNtástico!. Atualizada em 18 de setembro de 2009.
Muitos têm o 13 como o número da sorte. Um dos caras mais famosos do mundo tinha fascínio pelo número 9. O ex-Beatle John Lennon demonstrou essa paixão na música “Revolution 9“, do White Album (1968). O número foi significativo para Lennon, mas é ainda mais para aqueles que aguardaram a data 9/9/9, em que foi lançado, mundialmente, o The Beatles: Rock Band, game que possibilitara aos fãs tornar-se um Lennon, Paul, Ringo ou Harrison. Basta jogar para sentir-se um dos queridinhos de Liverpool.
O jogo, que traz os Fab Four do mundo virtual para o mundo real, foi criado por Giles Martin, filho do maestro e produtor de grande parte da discografia dos Beatles, George Martin. Giles filtrou as versões originais de estúdio diretamente de fitas master, recuperando o som de cada instrumento. Já que as canções tocadas ao vivo, em boa parte, continham os gritos histéricos dos fãs e os Beatles erravam porque não ouviam o que tocavam. Para tornar o jogo ainda mais real, Giles teve o cuidado de inserir ruídos preciosos como o tilintar das xícaras de chá que o quarteto sempre carregava para dentro dos estúdios da Abbey Road.
Ao todo, o game tem 45 músicas, de 1962 a 1969, selecionadas por serem divertidas e não por serem clássicas, além de seguir a ordem cronológica da carreira da banda. The Beatles: Rock Band propõe aos jovens entrar no mundo da banda por meio do jogo. Com um instrumento console, o jogador simula ser um integrante da banda e vai passando de fase conforme a dificuldade de acompanhar os acordes e o ritmo, como em outros jogos musicais (Guitar Hero e Rock Band).
The Beatles: Rock Band foi lançado para as plataformas Xbox 360, PlayStation 3 e Wii. O pacote mais completo do game inclui réplicas do baixo “Höfner“, da guitarra “Gretsch duo jet“, da guitarra “Rickenbacker 325” e da bateria “Ludwig“, instrumentos originais usados pelos Beatles. Além do jogo, os fãs podem desfrutar também do karaokê Singstar, uma adaptação apenas para voz que será lançado após o jogo para PlayStation 3. Na mesma data, foram lançados 14 álbuns dos The Beatles remasterizados.
Redação: Flávia Pereira
Edição: Paula Tavares
Foto: Divulgação

TOC, TOC. Tem alguém aíiiiiii [eco ao extremo]. Ai que tosse [não é gripe suína!]. Quanta teia, quanta poeira...Isso aqui está bem parecido com uma caverna abandonada, não acha?
Pois é minha gente, quanto tempo eu não aparecia por aqui hein. Dois meses e meio! Nossa Flávia, mas por quê anda tão sumida? Vocês devem se perguntar, não é mesmo? Por que você não atualiza mais o "Caderno"?
Resposta: tempo!
Tempo. Palavra que determina o passado, o presente e o futuro. Tempo. Algo, que desejo profundamente, ter mais. Muito mais.
Tenho a sensação de que o tempo está passando [ou voando? Já dizia Cazuza: "O tempo não pára...] e deixo de fazer tantas coisas. Ou a sensação de que quero fazer tudo ao mesmo tempo, mas não faço nada. Agora, chega de filosofar.
Em dois meses aconteceram tantas coisas...Até criei um Twitter (www.twitter.com/flavyapereira). Pra que serve? Ainda não sei ao certo. Só deduzi que é muito bom para divulgar qualquer coisa.
A viagem para SP [a que cito no post abaixo] foi ótima! Oh cidade boa viu. Não curti tanto assim, mas adorei! Três dias que valeram por um semestre. Pretendo participar do Congresso de 2010, caso tenha. Mas já foi há tanto tempo que nem vale a pena comentar.
Ao longo desses - mais ou menos - 70 dias, completei mais uma primavera [agora são 22!], conquistei algo maravilhoso e muito caro [rsrs! não conto] e tenho escrevido a "beça". Thank God! É galerinha, agora sou redatora de música do FUNtástico! Um site em que você encontra informação e entretenimento no mesmo lugar. Fique a vontade para acessar. Estou adorando! Tem sido uma oportunidade muito bacana tanto de escrever, como falar sobre algo que eu tanto amo, música! Além disso, tem feito trabalhos paralelos ao FUN e ao estágio no rádio. Em breve, eu conto do que se trata.
Fora o trabalho, estou no último período da faculdade [100 vezes "Thang God"!]. Portanto, monografia, muita leitura, muita escrita, blog pra fazer, matéria pra fazer, trabalho pra fazer, prova pra estudar... Ufa! É muita coisa minha gente! Por isso, reclamo do tempo...
Prometo não ficar tão sumida, ok? Reproduzirei alguns textos feitos para o FUNtástico! e claro, as notícias que saem por aí e você nem fica sabendo. Até o próximo post!
Foto by Google Imagens
7 de julho de 2009
18 de maio de 2009
Moda para jornalistas
Você é estudante de jornalismo e seu interesse é saber como se vestir. Pois bem, a dica é de como um jornalista deve se vestir para aliar harmonia e credibilidade, sem "ficar de fora" das tendências. As dicas são de umas das maiores consultoras de moda para jornalistas, Regina Martelli.Desde 1996, a jornalista Regina Martelli empresta os conhecimentos que tem em moda para vestir apresentadores e repórteres da TV Globo e afiliadas. Quando uma apresentadora surge com uma nova composição é a consultora que está por trás da inovação.
Responsável pela consultoria de moda do jornalismo da Globo, a principal função de Regina é aliar harmonia e credibilidade com uma imagem contemporânea. E como televisão é imagem, os olhos atentos do público passeiam pelos mínimos detalhes de quem está apresentando as notícias.
Regina também cuida do visual dos repórteres de rede de todas as afiliadas da emissora e presta assessoria aos telejornais locais do Rio e São Paulo. ‘‘Se uma pessoa do Amapá precisa fazer uma matéria para o Jornal Nacional, é necessário que esteja dentro do padrão da casa’’, explica.
O chamado ‘‘padrão global’’ inclui camisas bem cortadas e ternos quase obrigatórios, que são emprestados de sofisticadas grifes para as apresentadoras.
No caso de repórteres e dos homens que apresentam, todas as roupas são compradas. Para Regina, o terno é a roupa mais simples para que se esteja bem vestido em qualquer temperatura. Se a repórter estiver embaixo do sol com alcinhas, basta colocar um blazer, fazer a passagem elegante e depois tirar. ‘‘É muito prático’’, argumenta.
Mas sob um calor tropical nordestino e um rigoroso inverno do Sul, o figurino tem de ser rigorosamente fiscalizado para que o telespectador não tenha a impressão de que está assistindo reportagens de outros países em pleno território nacional. O figurino de quem está no Sul não pode parecer da Groelândia. E quem está no Nordeste não pode passar a sensação de que mora no Caribe.
Além das questões climáticas, outro problema enfrentado pela consultora são as inadequações explícitas de figurino, como estampas e texturas.
É óbvio que para os jornalistas atuantes na TV, principalmente, repórteres e apresentadores, uma boa imagem, um bom figurino são indispensáveis. Mas será que esses critérios são válidos ou obrigatórios para os jornalistas que atuam nos bastidores da TV, do rádio, da internet ou do impresso?
Eu, pelo menos, acredito que essa é uma decisão pessoal. Cabe a cada um vestir-se "garbosamente" ou não.
6 de maio de 2009
Ele é "fantástico"
Sabe aquelas pessoas, no caso celebridades, que você olha e fala: "Sou fã"! Pois é, isso acontece quando vejo o Zeca Camargo. Tem jornalistas, principalmente, que você aprende a admirar na academia. No meu caso foi Ricardo Kotscho. No segundo período, li alguns capítulos de "A prática da reportagem". Depois de alguns meses, por meio de uma amiga (Elisandra Amâncio) conheci mais o trabalho de Kotscho. Em 2008, fui ao lançamento do livro "Uma vida nova e feliz...", depois desse encontro fiquei mais fã, ainda. Em seguida, li "Do golpe ao Planalto" e fiquei mais encantada com a história de Ricardo como jornalista. Sem contar que ele é uma gracinha de pessoa. Como se fosse o vovô que você sempre quis ter. Voltando ao Zeca, minha admiração por ele é desde 2003, mais ou menos, quando comecei a acompanhar o "Fantástico" com mais "rigor". Quando o conheci, pessoalmente, em 2007, no lançamento do livro "Novos Olhares", eu pensei: "Ele é fantástico mesmo"!. Como jornalista, como escritor e como um cara que adora dividir e disseminar conhecimento. Tive certeza disso, ontem, no lançamento do livro "Isso aqui é seu"!. Mais uma vez um bate-papo super gostoso e com uma troca muito rica de experiências. Eu aproveitei a oportunidade para engordar minha biblioteca com o livro "De A-Ha a U2". Adoro música! Só resta-me contar nos dedos o dia em que terei tempo de lê-lo. Na lista de espera já estão: "Anatomia da reportagem", Frederico Vasconcellos (leitura em andamento). E "Cem anos de solidão", Gabriel García Marquez, que adquiri na semana passada.
Confira o fantástico blog de Zeca Camargo no link:
4 de maio de 2009
Acesso gratuito à obras culturais
Agora, internautas podem acessar livremente obras culturais dos mais diversos segmentos e locais do planeta. Tudo isso é possível graças à Biblioteca Digital Mundial, site que é fruto do esforço da Unesco e da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Durante o lançamento, os organizadores divulgaram que a intenção do endereço eletrônico é "promover a compreensão intercultural, expandir o volume e a variedade de conteúdo cultural na Internet e fornecer recursos para educadores, acadêmicos e público em geral".Na página inicial do site, um grande mapa mundial aponta a quantidade de peças disponíveis em região. Na América Latina e no Caribe, são 320 itens, sendo 142 do Brasil. O acesso ao site é livre e não é preciso fazer nenhum tipo de cadastro.
Para quem constantemente precisa fazer pesquisas, o endereço pode ser de muita utilidade. Há livros cujas páginas estão disponíveis para consultas separadamente ou em PDF. Em praticamente todas as descrições e explicações sobre as peças há textos em português. Tamanho cuidado com a língua se deu por influência da Biblioteca Nacional brasileira, que participou ativamente do projeto desde sua concepção.
É possível consultar a Biblioteca Digital Mundial em sete línguas: árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, português e russo.
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