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30 de outubro de 2009

Dicas: 30 para escrever bem!

Hoje, recebi um e-mail com dicas, de forma humorada, do professor João Pedro, da Unicamp, para escrever bem. Compartilho com vocês:


01. Deve-se evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
02. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
03. Anule aliterações altamente abusivas.
04. Não esqueça as maiúsculas no início das frases.
05. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
06. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
07. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
08. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então
09. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-Ias-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas, pois, estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-Ia nos seus diversos componentes de forma a torná-Ias compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambiguidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
29. Outra barbaridade que tú deves evitar tchê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, !... nada de mandar esse trem... vixi...entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

18 de maio de 2009

Moda para jornalistas

Você é estudante de jornalismo e seu interesse é saber como se vestir. Pois bem, a dica é de como um jornalista deve se vestir para aliar harmonia e credibilidade, sem "ficar de fora" das tendências. As dicas são de umas das maiores consultoras de moda para jornalistas, Regina Martelli.
Desde 1996, a jornalista Regina Martelli empresta os conhecimentos que tem em moda para vestir apresentadores e repórteres da TV Globo e afiliadas. Quando uma apresentadora surge com uma nova composição é a consultora que está por trás da inovação.
Responsável pela consultoria de moda do jornalismo da Globo, a principal função de Regina é aliar harmonia e credibilidade com uma imagem contemporânea. E como televisão é imagem, os olhos atentos do público passeiam pelos mínimos detalhes de quem está apresentando as notícias.
Regina também cuida do visual dos repórteres de rede de todas as afiliadas da emissora e presta assessoria aos telejornais locais do Rio e São Paulo. ‘‘Se uma pessoa do Amapá precisa fazer uma matéria para o Jornal Nacional, é necessário que esteja dentro do padrão da casa’’, explica.
O chamado ‘‘padrão global’’ inclui camisas bem cortadas e ternos quase obrigatórios, que são emprestados de sofisticadas grifes para as apresentadoras.
No caso de repórteres e dos homens que apresentam, todas as roupas são compradas. Para Regina, o terno é a roupa mais simples para que se esteja bem vestido em qualquer temperatura. Se a repórter estiver embaixo do sol com alcinhas, basta colocar um blazer, fazer a passagem elegante e depois tirar. ‘‘É muito prático’’, argumenta.
Mas sob um calor tropical nordestino e um rigoroso inverno do Sul, o figurino tem de ser rigorosamente fiscalizado para que o telespectador não tenha a impressão de que está assistindo reportagens de outros países em pleno território nacional. O figurino de quem está no Sul não pode parecer da Groelândia. E quem está no Nordeste não pode passar a sensação de que mora no Caribe.
Além das questões climáticas, outro problema enfrentado pela consultora são as inadequações explícitas de figurino, como estampas e texturas.



É óbvio que para os jornalistas atuantes na TV, principalmente, repórteres e apresentadores, uma boa imagem, um bom figurino são indispensáveis. Mas será que esses critérios são válidos ou obrigatórios para os jornalistas que atuam nos bastidores da TV, do rádio, da internet ou do impresso?
Eu, pelo menos, acredito que essa é uma decisão pessoal. Cabe a cada um vestir-se "garbosamente" ou não.